window._taboola=window._taboola||[];_taboola.push({article:'auto'});!function(e,f,u,i){if(!document.getElementById(i)){e.async=1;e.src=u;e.id=i;f.parentNode.insertBefore(e,f)}}(document.createElement('script'),document.getElementsByTagName('script')[0],'//cdn.taboola.com/libtrc/alright-network/loader.js','tb_loader_script');if(window.performance&&typeof window.performance.mark=='function'){window.performance.mark('tbl_ic')} Acusado na morte de operadora de caixa é condenado 31 anos de prisão - AlagoasWeb

Acusado na morte de operadora de caixa é condenado 31 anos de prisão

Redação / TJ/AL 13/12/2018

Genilson Ferreira deverá cumprir 31 anos e sete meses de reclusão por homicídio e roubo

O réu Genilson Ferreira Silva, acusado da morte de Maria Claudinete Catum, popularmente conhecida como 'Cal', foi condenado a 31 anos e sete meses de reclusão, em regime fechado. O julgamento aconteceu ontem (12), no Fórum de Penedo, e foi conduzido pelo juiz Antônio Rafael Wanderley Casado da Silva, da 4ª Vara Criminal da Comarca.

Os jurados acolheram as qualificadoras de crime cometido por motivo torpe e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Genilson Silva, que não poderá apelar em liberdade, recebeu 23 anos e três meses de reclusão pelo crime de homicídio e oito anos e quatro meses pelo crime de roubo.

O caso
O crime ocorreu em fevereiro de 2016, no supermercado em que a vítima trabalhava. O réu utilizou uma motocicleta, que havia roubado, para fugir do local. A motivação do assassinato teria sido uma paixão não correspondida pela vítima, que era casada.

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Segundo testemunhas, Maria Claudinete nunca se relacionou com o réu, e era constantemente assediada por ele, que enviava presentes e falava que “se a vítima não fosse dele, não seria de mais ninguém”.

Em depoimento à polícia, o marido da vítima contou que pouco depois de ter conhecido Maria Claudinete, teria visto uma mensagem de Genilson no celular dela dizendo que era para terminar o relacionamento porque poderia dar problema. Poucos dias antes de casarem, soube que o acusado tinha voltado de São Paulo e decidiu conversar com ele para pedir que seguisse a vida com a esposa e os filhos dele, mas também foi ameaçado pelo réu.

Membros da igreja que os três frequentavam ainda tentaram ajudar mandando o acusado para o Ceará, mas, mesmo assim, ele continuou ligando para Maria Claudinete. O marido da vítima ainda soube que o acusado teria o procurado em casa antes de seguir para o supermercado, mas não o encontrou.

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