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Bebidas alcoólicas cortam o efeito de remédios? Entenda

O Globo 01/08/2022

Aposto que você já passou pela situação de estar morrendo de vontade de tomar uma cerveja ou uma caipirinha, mas acabou lembrando que havia tomado remédio pouco tempo antes e preferiu deixar sua vontade de lado pois já ouviu que as bebidas alcoólicas cortam os efeitos dos medicamentos. 

Pior ainda é pra quem toma remédios controlados que, muitas vezes podem ser de uso diário. Afinal, esse ensinamento popular é verdade?

É importante ressaltar que antes de ingerir qualquer medicamento é necessário procurar um médico, para que o profissional te passe as recomendações adequadas. No entanto, é possível apontar que a bebida alcoólica não corta o efeito de todos os medicamentos.

Isso varia de acordo com o local em que o medicamento é metabolizado, explica a psicóloga e nutricionista Thais Araújo. Se o medicamento foi metabolizado no fígado, por exemplo, a chance de ele perder seu poder ação com o consumo de álcool é grande.  

“O álcool é metabolizado na enzima hepática, a mesma que metaboliza alguns remédios. Nesses casos, a pessoa tende a sofrer com os efeitos colaterais, porque é como se o fígado ficasse ‘ocupado’ com outra substância, não dando espaço para o medicamento agir”, explicou.  

E, obviamente, existem casos que a mistura das substâncias é estritamente proibida, como o caso de medicamentos tarja preta, como os antidepressivos. “Os antidepressivos misturados às bebidas alcoólicas não vão ter a ação esperada. O álcool é um depressor do sistema nervoso central, então vai piorar o quadro de depressão“, explica Araújo. 


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