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Bolsonaro passará por cirurgia a três semanas da posse

Redação / Congresso em Foco 02/11/2018

Deputado foi esfaqueado em 6 de setembro, quando fazia ato de campanha

O presidente eleito Jair Bolsonaro passará por mais uma cirurgia para o fechamento da colostomia. Desde que sofreu um ataque à faca durante a campanha, em 6 de setembro, Bolsonaro passou por duas cirurgias e ficou 24 dias internado. Durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (1º), o presidente eleito disse que a cirurgia deve ser feita no dia 12 de dezembro, quando o procedimento completa três meses.

De acordo com assessores próximos a Bolsonaro, é importante que a cirurgia seja feita antes da posse, em 1º de janeiro, para que o presidente não precise se afastar no começo do governo. Na ausência do presidente, quem assume o Palácio do Planalto é o vice-presidente, general Hamilton Mourão.

Durante a campanha, Mourão fez comentários que depois foram desautorizados pelo então candidato. Em uma ocasião, o general criticou o 13º salário e Bolsonaro o criticou no Twitter: "uma ofensa a quem trabalha". Na situação mais polêmica, Mourão sugeriu que na hipótese de anarquia, poderia fazer um "autogolpe" do presidente com apoio das Forças Armadas. Ele ainda sugeriu a instalação de uma constituinte feita por "notáveis".

Em entrevista ao Jornal Nacional, Bolsonaro desautorizou as declarações de seu vice. "Ele é general e eu sou capitão, mas eu sou o [candidato a] presidente. Eu o desautorizei nesses dois momentos. Ele não poderia ter ido além daquilo que a Constituição permite. Jamais posso admitir uma nova constituinte, até por falta de poderes para tal. Em relação à questão de autogolpe, não entendi direito o que ele quis dizer naquele momento. Mas isso não existe. Se estamos disputando as eleições é porque acreditamos no voto popular. Seremos escravos da nossa Constituição", disse à emissora.


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