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Menino de 2 anos morre após tomar remédio errado em hospital

Redação / Último Segundo 08/05/2025

Investigação apura aplicação de remédio que causou parada cardíaca em criança

Menino de 2 anos morre após tomar remédio errado em hospital

A Polícia Civil de São Paulo instaurou inquérito para apurar a morte de uma criança de dois anos na noite de terça-feira (6), em Andradina, após a aplicação de um medicamento diferente do prescrito durante atendimento de um hospital particular.

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Menino de 2 anos morre após tomar remédio errado em hospital

A ocorrência foi registrada como homicídio culposo, sem intenção de matar. De acordo com o boletim, o menino deu entrada na unidade por volta das 21h50 com diagnóstico de bronquiolite.

A médica responsável pelo plantão prescreveu a administração intravenosa de 100 mg de hidrocortisona. A técnica de enfermagem, que não teve seu nome divulgado, realizou a aplicação.

Após o procedimento, foram observados sinais de piora no quadro clínico, como queda de saturação, bradicardia, vômito e parada cardiorrespiratória.

A equipe iniciou manobras de reanimação, incluindo massagem cardíaca, intubação e administração de adrenalina. O óbito foi confirmado às 23h45.

Ainda no hospital, a médica constatou que o medicamento administrado não era hidrocortisona, mas succinilcolina, substância utilizada em procedimentos de intubação por sua ação bloqueadora neuromuscular.

A técnica de enfermagem declarou em depoimento à Polícia Civil que o frasco com succinilcolina estava dentro de uma caixa rotulada com o nome da medicação prescrita. Segundo o relato, ela não conferiu o conteúdo antes da aplicação.

Tecnica de enfermagem pagou fiança

A profissional foi levada à Central de Polícia Judiciária, prestou depoimento acompanhada por advogado e teve fiança arbitrada em R$ 4,5 mil. O valor foi pago, e a técnica foi liberada.

Os frascos das duas substâncias foram apreendidos e encaminhados para análise pericial. A perícia técnica não compareceu ao local na data do ocorrido.

O corpo da criança foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) para realização de exame necroscópico.

O Portal iG procurou o hospital, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Caso a unidade se manifeste, o texto será atualizado.


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