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Quarto mais frio ajuda recuperação do coração durante o sono

Redação / Diário da Saúde 27/01/2026

Mudanças climáticas aumentando a frequência de noites quentes

Quarto mais frio ajuda recuperação do coração durante o sono
Quarto mais frio ajuda recuperação do coração durante o sono (imagem: Diario da Saude)

Manter o quarto a 24°C durante a noite pode ser um fator determinante para a saúde cardiovascular de pessoas acima de 65 anos. Uma nova pesquisa demonstrou que essa temperatura específica é capaz de reduzir respostas de estresse no organismo e evitar que o coração trabalhe em excesso durante o repouso.

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Quarto mais frio ajuda recuperação do coração durante o sono

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Quando o corpo humano é exposto ao calor, o coração acelera para aumentar a circulação de sangue próximo à superfície da pele, um mecanismo essencial para o resfriamento corporal. No entanto, quando esse esforço se prolonga durante o sono, o corpo pode se aproximar do estado de estresse fisiológico.

Esse fenômeno é particularmente preocupante para os idosos, já que um esforço cardíaco contínuo durante a noite limita a capacidade de recuperação do organismo após a exposição ao calor do dia. Com as mudanças climáticas aumentando a frequência de noites quentes, o comprometimento da recuperação autonômica pode contribuir para o aumento de morbidades e mortalidade cardiovascular.

"As mudanças climáticas estão aumentando a frequência de noites quentes, o que pode contribuir de forma independente para a morbidade e mortalidade cardiovascular, prejudicando o sono e a recuperação autonômica," disse o Dr. Fergus O’Connor, da Universidade Griffith (Austrália). "Embora existam diretrizes para a temperatura máxima diurna em ambientes internos, de 26°C, não havia ainda recomendações equivalentes para as condições noturnas."

Recomendações
Para chegar a esses resultados, O’Connor e seus colegas monitoraram idosos durante todo o verão utilizando sensores de temperatura nos quartos e rastreadores de atividade física nos pulsos dos participantes.

Os dados coletados forneceram as primeiras evidências em ambiente real (fora dos laboratórios) sobre como a oscilação térmica noturna afeta diretamente a frequência cardíaca e os níveis de estresse.

Esses dados fornecem uma base científica para a criação de novas diretrizes de saúde pública voltadas à proteção da população idosa em decorrência do calor, sobretudo a recomendação principal para que os idosos (ou seus cuidadores) mantenham o ambiente de sono em 24°C, para garantir a recuperação plena do sistema cardiovascular.


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