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Renan Calheiros promete oposição e avalia enfrentar Alcolumbre pela CCJ

iG 05/02/2021

Escolhido líder da maioria no Senado, por indicação do MDB, o senador Renan Calheiros (AL) assume a nova função prometendo “somar esforços” à oposição para fazer frente ao governo Jair Bolsonaro no Congresso. Renan não descarta disputar o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contra o ex-presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), em plenário. A candidatura poderia reeditar a eleição de 2019, na qual o senador alagoano perdeu a presidência para Alcolumbre.

Em conversa com o GLOBO, nesta quinta-feira, Renan disse que ficou ausente do debate político nos últimos dois anos em razão da pandemia da Covid-19 e por questões de saúde, mas que agora quer trabalhar e “manter a intensidade do mandato”.

"Eu nunca fui próximo do governo. Estive um pouco ausente, primeiro por conta da pandemia, e depois porque fiz duas cirurgias, fiquei um tempo me recuperando. Eu quero trabalhar e manter a intensidade do mandato. Tenho que fazer a minha parte e somar meus esforços aos esforços existentes na oposição".

Nos últimos dias, Renan chamou atenção nos bastidores ao ajudar o líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP), a colher assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende avaliar a conduta do governo federal no enfrentamento à pandemia. Para o colegiado ser instalado, no entanto, há necessidade do aval do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

"Conversei com vários senadores sobre a CPI, não sei se ajudei ou se prejudiquei. Ajudei a colocar algumas (assinaturas) e falei mal de quem retirou (o nome), que foram o Otto (Alencar) e a Rose (de Freitas)", admitiu.

Questionado se vai disputar a CCJ, Renan afirmou que esta não é a sua prioridade, mas que tem sido procurado por outros parlamentares e está disposto a “ajudar”, dependendo do cenário. De acordo com ele, o MDB deve apoiar aquele que tiver mais condições de vencer.


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